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Conhecendo sua professora: Flávia Lêda

O amor pelo magistério lhe veio já na infância. Ela vê na família a base da sua vida, e, no futuro, o abrigo ideal para os tantos projetos que ainda virão pela frente. Está no CEV desde 2010 e, nas suas horas de folga, aprecia fazer atividades mais sossegadas e não menos proveitosas. Essa é Flávia Lêda, professora de Língua Portuguesa do Colégio CEV.

“Ainda criança, eu já brincava de ministrar aulas (pegava os vizinhos e montava uma pequena sala de aula). Sempre fui apaixonada pela profissão”, recorda-se. O ato de lecionar, para ela, detém uma significação que vai muito além daquela que é estabelecida por seu sentido literal, representando assim uma atividade de importância ainda mais diversa e profunda, da qual só despontam coisas boas: “Para mim, ser professora é compartilhar conhecimentos, é ser luz para si próprio e para os outros (mostrar um bom caminho) ”, diz.

Os desafios nessa trajetória, como é sempre de se esperar, são muitos. Mas, Flávia é daquelas pessoas persistentes, que não se intimidam frente aos obstáculos que surgem, até mesmo porque ela sabe que o retorno proveniente de tamanha dedicação é dos melhores: “A maior dificuldade (em ser professora) é lidar com a heterogeneidade do público; a maior recompensa é a satisfação que você consegue por meio da realização do outro; fazer o outro chegar aonde sempre quis”, afirma.

O sucesso profissional que já foi conseguido não lhe soa como causa de qualquer tipo de acomodação que seja. Flávia quer mais e, de preferência, seguir com a proposta de cumprimento à risca do seu papel social, de cidadã: “Penso que, em matéria de sala de aula, sinto-me plenamente realizada, embora sempre procure melhorar minha técnica, estudando e me atualizando. Tenho muitos projetos. Um deles é me tornar escritora. Quanto ao futuro, prefiro cultivar perspectivas otimistas, agir para que as coisas e pessoas mudem para melhor”, acrescenta.

Sua família tem papel fundamental nesse universo de conquistas, fazendo-se base para as outras tantas que se aproximam: “Minha família é meu alicerce! Sou e estou por eles. Não consigo enxergar a vida sem eles; são meu oxigênio”, declara-se. Nesse sentido, suas horas de folga são todas vivenciadas em função daquelas pessoas que ela mais ama: “Durante as folgas, (gosto de) estar com a família, conversar com eles, procurar fazer programas juntos (assistir a um bom filme, ir a um restaurante, ler com eles...). Sou muito grata a Deus, à família, aos amigos e colegas de profissão, aos alunos, porque o contato com eles me torna uma pessoa melhor e mais plural”, finaliza.

Gostou? Pois, nos diga que outras histórias você quer conhecer acerca dos nossos professores! Sua sugestão é muito importante para nós, e, em breve, pode ser concretizada aqui neste espaço!